Mais atentos, sem dúvida, mas isso não tem servido de nada às tantas de vítimas, mesmo quando denunciam, mesmo depois das queixas na polícia, mesmo quando nem assim estão seguras.
E gostaste da imagem que escolhi? A associação italiana Telefono Donna pretendeu usa-la numa campanha contra a violência doméstica e foi alvo dos maiores insultos e pedidos de censura pelos papa-hóstia italianos. Em Portugal, não há muito tempo, apareceu um cromo (Marinho Pinto) a apelar a que este voltasse a ser um crime privado. Deve ser por isso que não basta mesmo só estarmos atentos.
Mudou alguma coisa: todos podemos denunciar e o crime não desaparece quando a mulher, quase sempre coagida, retira a queixa. Mas isso não quer dizer que não esteja praticamente tudo mal à mesma: não há acompanhamento real dos queixosos pelo que, quando o agressor aparece para transformar em actos as tantas de ameaças, não há qualquer barreira ao seu sucesso. Vai preso a seguir, é certo, ou mata-se como um bom covarde. Mas isso deve interessar bem pouco à vitima.
E, infelizmente, cada vez mais atentos... :(
ResponderEliminarNem me digas nada.
ResponderEliminarImpressiona-me imenso o facto de muitas vítimas mortais serem mais novas que eu. Não mudou nada, pô?
Depois venho por cá responder. Agora tenho a treta do Jantar de Natal :)
ResponderEliminarBeijinhos aos dois
Ganda ressaca... :P
ResponderEliminarMais atentos, sem dúvida, mas isso não tem servido de nada às tantas de vítimas, mesmo quando denunciam, mesmo depois das queixas na polícia, mesmo quando nem assim estão seguras.
ResponderEliminarE gostaste da imagem que escolhi? A associação italiana Telefono Donna pretendeu usa-la numa campanha contra a violência doméstica e foi alvo dos maiores insultos e pedidos de censura pelos papa-hóstia italianos. Em Portugal, não há muito tempo, apareceu um cromo (Marinho Pinto) a apelar a que este voltasse a ser um crime privado. Deve ser por isso que não basta mesmo só estarmos atentos.
Mudou alguma coisa: todos podemos denunciar e o crime não desaparece quando a mulher, quase sempre coagida, retira a queixa. Mas isso não quer dizer que não esteja praticamente tudo mal à mesma: não há acompanhamento real dos queixosos pelo que, quando o agressor aparece para transformar em actos as tantas de ameaças, não há qualquer barreira ao seu sucesso. Vai preso a seguir, é certo, ou mata-se como um bom covarde. Mas isso deve interessar bem pouco à vitima.
ResponderEliminarRessaca? Para isso era preciso que não trabalhasse num sítio que marca jantares de Natal à 5ª feira ;-)
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