Não tenho tempo nem para criar nem para destruir. Não tenho tempo para semear, ou para colher, ou tão só para queimar. Não tenho tempo para ir às compras ou para ir pintar o cabelo. Não tenho tempo para plantar uma árvore, regar as plantas, fazer um bolo. Não tenho tempo para deixar crescer a árvore, ou deixar as flores abrirem, ou ver o bolo crescer. Não tenho tempo para destruir o que criei, nem ver arder, nem ver murchar. Não tenho tempo.
O meu comodismo sentou o meu rabo numa cadeira e não me deixa ter tempo para nada. Sou um simples exercício de preguiça.
fiz um teste aqui
O meu comodismo sentou o meu rabo numa cadeira e não me deixa ter tempo para nada. Sou um simples exercício de preguiça.
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Mas a perguiça, well...dá trabalho quando bem exercitada ;)
ResponderEliminarClaro que dá. Muito trabalho. E nem é um pecado assim tão mau. A verdadeira tragédia seria ter aliado a gula à preguiça. Mas não faço bolos :)
ResponderEliminarObrigada
pelo menos tem tempo para nos contar tudo isso, o que só por si é bom. :)
ResponderEliminarAndo a tentar preencher o espaço com palavras. Talvez assim leve a melhor à preguiça :)
ResponderEliminarObrigada
Gostei muito da troca de poemas! :)
ResponderEliminarEntão vou abusar mais :D
ResponderEliminarMas ainda vou continuar à procura das palavras reais ;)