
Revolve-me
onda
antes de te espraiares
porque eu já não sinto
deixo-me levar
Vive em mim
uma memória
de água
que deixei passar
restando a espuma
alva
e duradoura
no cume dos lábios
que não sei calar
Todas as marés
me lavam
da cabeça aos pés
mas o molhado
guardado
entre pernas
sabe bem
quem tu és
Sopra agora
o vento
vindo de sul
e nova onda
encapapelada
se desfaz
que novas me traz?
que novas me traz?
Desmaia
nova vaga
sobre a areia da praia
julgo ver
ao longe
o voltear de uma saia
Maresia?
ou era o cheiro
que te despia
ali
junto à rebentação do Mar?
Hip, arranja-me o texto...por favor.
ResponderEliminarPor alguma razão os meus comandos andam incompletos...ou sou eu que sou tosco?
Já arranjei :)) Sai do modo "edit html" e volta para o "compose". É o botão ao lado, eheheh
ResponderEliminarO gajo é mesmo tosco!!!!
ResponderEliminarAo menos gostaste do poema?
eu gostei,muito...
ResponderEliminarde praias e marés e cheiros
e fica bem com as minhas papoilas,nisso tinhas razão Gaivina. Obrigado :-)
Adorei, pois! E até me fez calores :)
ResponderEliminarGaivina,
ResponderEliminarainda bem que a vida é um rol de memórias das marés, não é? :)
E, quando chega o Equinócio, as ondas galgam o paredão da praia, amedrontando-me a vida.
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