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2009-04-30

Apetece-me ficcionar... me!

Sento-me no velho sofá. O portátil ao colo. Passo as mãos pelos cabelos. Brancos. Só alguns. Inspiro fundo e faço música com o teclado. Componho uma história, dou-me uma vida, um nome, problemas, alegrias, irritações, satisfações. Sou uma mulher completa na pauta da vida. Completamente.

Os meus dedos mexem-se com a mestria de um pianista. Palavras jorram-me das entranhas. Crio-me. E recrio... me. Sou fabulosa.

Não há espaço, nem tempo. As minhas mãos recebem a informação do meu cérebro a uma velocidade estonteante. Têm de o acompanhar na criação. Nada pode ficar esquecido.
Há um fluir de ideias, um florescer da mente. Se parar, morro. Se morrer não existo. Se não existir é porque não criei, não floresci, não entrei na Primavera.
Então não paro... Deixo-me acontecer!

8 comentários:

  1. ... e deixas-te acontecer muito bem! :)

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  2. Grande post! Deixa-te acontecer mais vezes, Miquinhas. A gente agradece :)))

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  3. deep, obrigada, senti-me bem quando deixei. =)

    Hip, eu devia, devia... isto é que é mesmo ser eu... a acontecer! ;)
    *merci*

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  4. Escrever tem algo de mágico como se brotasse de nós. :) Mas essa naturalidade é fabulosamente transpirada pela ginástica que deste aos neurónios. :)

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  5. E como é fabulosamente bom ficcionar...

    ;)

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  6. E fizeste muito bem em não teres parado.
    Beijinhos F.

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  7. E aconteceste lindamente... como sempre!

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  8. Marie, é isso. de vez em quando é isso. brota de mim! =)
    (pena mesmo ser só de vez em quando...)

    Toze, atão nã é? ;)

    Alien, obrigada, merci e por aí! =)

    mfc, sempre... sempre... não! mas obrigada pela simpatia. =)

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