(Midnight Choir)
Love me just like tomorrow relentlessly long to exist
Love me with a touch of the sorrow
That burst open to disappear with the mist
Leva-me a ver o mar, quando o mar que há dentro de mim rebenta em ondas. Leva-me para esse mar, quando ondas em mim já se quebram em praias perdidas no meu corpo. Leva-me até o teu chegar ser o meu chegar, fazendo do meu corpo praia, fazendo das minhas escarpas ondulação, fazendo dos nossos corpos maresia.
És um oceano, mocinha, de poesia.
ResponderEliminarUma maré cheia de sensualidade.
Um canto encantado de sereia.
Um aroma forte a maresia.
Um mar de luar, reflectindo saudade.
Uma concha brilhante, escondida na areia.
Sei deixar nunca de ser belo, não sou marujo de primeira viagem e chega de ondas, marés e maresias - demasiado iodo :)
ResponderEliminarerrata: "sei deixar" = "sem deixar"
ResponderEliminarNão sei escrever poesia, Bartolomeu: não me dou bem com a prisão da métrica. A prosa é a minha praia :))
ResponderEliminarOh meu amigo, quero lá saber do iodo. Só não quero é deixar de sentir certas marés :D
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