No Inverno bato o queixo
Sem mantas na manhã fria
No Inverno bato o queixo
Qualquer dia
Qualquer dia
No Inverno aperto o cinto
Enquanto o vento assobia ...
No Inverno vou por lume
Lenha verde não ardia ...
No Inverno penso muito
Oh que coisas eu já via ...
No Inverno ganhei ódio
E juro que o não queria ...
Qualquer dia também já não há Voz em Fuga para a homenagem anual.
Ora cá estás minha amiga!
ResponderEliminarTinha a certeza de que ias deixar alguma coisa neste dia.
De manhã, ao falar sobre deixar alguma coisa lá no blog, disse a alguém : No «Voz em Fuga» também vai aparecer qualquer coisa. E, na altura, não estava ainda nada mas insisti «vai ver mais tarde, vai aparecer»
Cá está!
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Tão actual este Homem!
E que bela canção.
Um abraço, Hipatia.
Em 2006, no primeiro ano do "Dia Z", deixei a tocar no blogue o "A morte saiu à rua". E na altura dizia que hoje sobejam os vampiros de fato novo, promovidos a doutores. E falava dos pintores caídos por terra, esperando que houvesse quem os soubesse cantar. Mas não sei se há. Houve aquela coisa dos "Deolinda", mas é diferente. Talvez porque, apesar de tudo e tudo, não nos resta um "vão parar à pide e vão à pide e vão vão vão". A ameaça é mais dissimulada e não se veste de grades e tortura. Mas anda cada vez mais presente e não há quem a cante. Não há :(
ResponderEliminarTalvez por isso volte todos os anos neste dia. Talvez volte especialmente por mim, hoje que me mordem todos os sonhos até que me esqueça de como sonhar ainda.