2009/11/25

Dia internacional da eliminação da violência contra a mulher


aqui

Porque continua a ser preciso!

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2009/11/24

Para o meu amigo




Stop all the clocks, cut off the telephone,
Prevent the dog from barking with a juicy bone,
Silence the pianos and with muffled drum
Bring out the coffin, let the mourners come.


W.H. Auden - Funeral Blues



Não merecia ter sofrido; não merecia ter ido tão cedo. Não merecia!

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2009/11/23

Ou as versões...


Found at bee mp3 search engine


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E talvez...



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Troco :)



Um beijo grande de melhoras :)




(e vai da Sofia, para saberes que o beijo não nicka)


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Medo

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«So, first of all, let me assert my firm belief that the only thing we have to fear is fear itself -- nameless, unreasoning, unjustified terror which paralyzes needed efforts to convert retreat into advance.»

Franklin D. Roosevelt


Às vezes penso que a ideia de viver no medo é muito mais aterrorizante do que o próprio medo. E às vezes parece-me que vivemos numa sociedade que, cada vez mais, explora o medo como se fosse a única forma de controlo possível sobre as almas, agora que os pecados foram (quase) todos apeados. Como se o medo fosse a nova arma esgrimida por quem nos tenta controlar os dias, quando os velhos nós se desfazem e as regras antigas são repensadas. E tenho medo da forma fácil como o medo é aceite, tão fácil que se prescinde de pequenos nacos de liberdade todos os dias, abocanhados pelo medo fabricado que se instala e nos corrói o âmago.

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2009/11/22

Ou talvez antes assim...

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Ou assim...



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Mais coisas



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E as sugestões da Deep :)

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Coisas (quase) esquecidas


aqui


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2009/11/21

Copo meio cheio!


* imagem de autor desconhecido


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2009/11/20

Os anos oitenta


aqui



E que tal se me ajudassem a lembrar todas aquelas musiquinhas já quase esquecidas? Uma listinha vinha mesmo a calhar antes do Natal. Pode ser?

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To Wish Impossible Things



all I wish is gone away

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Agora é que foi!


aqui


Consegui foder o IE e nunca soube como "arranjar" os posts à minha maneira pelo Firefox.

Quem me manda a mim acreditar nas actualizações daqueles gajos? 8? Qual 8? Então o 7 não era tão mais bonito? Além de que funcionava. Mal, mas pelo menos funcionava.

Apre!

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2009/11/18

A primeira tira de Calvin&Hobbes...

... foi publicada no dia 18 de Novembro de 1985. E foi esta:
Bill Watterson publicou a última 10 anos depois. É uma pena que não tenha produzido mais aventuras deste miúdo traquinas, divertido, e pensador...
Eu sou fã!

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2009/11/16

Meninos, hoje não se fuma!

Nem amanhã. Nem depois.
Vai daí, era bom que deixassem mesmo de fumar, não era? Há quem diga que se o fizessem viviam mais tempo, e tinham mais saúde, e gastavam menos por mês, e os vossos filhos ficavam mais contentes, e tinham menos mau hálito, e compravam menos pastilhas, e a vossa casa cheirava menos mal, e os vossos amigos (quando vão a casa deles) não vos diziam "Se queres fumar vai para a varanda!", e...
Que vos parece?

Imagem daqui: armenios

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2009/11/11

Desabafo


aqui


Há muitos anos atrás, quando comecei a aceder à Internet, fazia-o essencialmente para pesquisa. Só bem depois, já estando a trabalhar, contratei um serviço lentíssimo - pelo telefone, obviamente, que no sítio onde vivia as mariquices da banda larga teimaram a chegar - que me custava os olhos da cara. Mas a partir daí a minha ligação à Internet passou a ser também lúdica. Cirandei por vários espaços sem me prender em nenhum, até encontrar um pequeno fórum onde todos pareciam conhecer-se. Como nunca fui pessoa envergonhada, arranjei um nick e tratei de mandar uns bitaites. Não foi preciso muito e já estava a ser insultada, com direito a e-mails e tudo. Obviamente que dei de frosques, ingénua como só se foi realmente ingénuo durante muito pouco tempo neste meio.

Passados uns tempos, por curiosidade ou rebeldia ou pêlo na venta ou fosse o que fosse, arranjei outro nick e voltei ao mesmo fórum. O nick novo era a combinação das três letras do meu nome (como depois passou a ser habitual nos blogues) e dava-me uma trabalheira enorme manter convenientemente unissexo, para evitar insultos gratuitos à minha condição de mulher, como tinha acontecido antes.

Foi já com esse nick que recebi um e-mail muito simpático de uma outra frequentadora do fórum, a que respondi agradada. Desde esse dia, ela é minha amiga, mesmo com muita distância pelo meio. De todos os amigos que fiz na net é, sem dúvida, (mesmo que por semanas ou até por dias) a amiga mais antiga.

Através dela, conheci-lhe a família: três filhos incríveis e lindos que vi crescer e um maridão fantástico, que adoro, um doce de homem. E esse homem fabuloso está a morrer. Deram-lhe uma semana de vida e eu só posso descer a sul no Sábado. E eu ando a adiar descer, por mil e um motivos que nem sei bem se eram realmente importantes. E eu hoje só tenho lágrimas e tristeza e muita pena. Além de uma raiva imensa de estar tão longe, de ser tão impotente, de não poder salvar a minha amiga da dor e o seu amor da morte e aqueles meninos lindos que eu vi crescer de perderem um pai.

Por isso, não estou cá, nem vou responder aos comentários ou ler seja o que for. Perdoem, mas hoje só vim para o desabafo. Aqui, como sempre, consigo gritar. Não resolve nada, mas alivia.

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2009/11/10

Em alternativa...


Buddy Christ

«Quando entrei para a escola primária, em 1977, na sala de aula lá estava, o homem bom, morto havia quase 2000 anos. Semi-nu, pregado numa cruz, a escorrer sangue da testa e das chagas. Bem por cima do quadro, era impossível ignorá-lo.

Aquilo incomodava-me, juro que me incomodava. Tinha seis anos e tinha que, todos os dias, ser confrontada com a imagem de um homem morto de forma especialmente perversa. Para mim, não era o filho de Deus que ali estava, mas uma vítima de tortura, ainda preso ao instrumento da sua morte. A figura não me suscitava exaltação ou gratidão pelo seu sacrifício, apenas horror e asco. »

I.




(Às tantas o Cardeal Glick é que a sabia toda, não te parece?)

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