2009/07/05

Parabéns Espumante


aqui

Pensaste que, porque te esqueceste de mim em Março, eu ia fazer igual? :P

|

2009/07/04

Da importância relativa das coisas

.

Pianista? Eles que fiquem lá com a gaja, que pelo menos o Deco sempre me deu muitas alegrias.

(ouvida no café)



Lol! Quando se trata de espectáculos, o povinho sabe bem o que quer e o que gosta. Piano? Pff! Ainda se tocasse musiquinhas do Tony Carreira, para acompanhar com o belo do piquenique, o joguinho de futebol e as bjecas.

|

2009/07/02

Ou há moralidade ou comem todos

.

O quarentão e o gadget: história de uma compensação fálica. Não faço ideia se já alguém pegou neste tema para uma tese (vá, um livrinho da secção light) mas era bem fácil de desenvolver. É tã lindo, não é, quando se vê um tipo grisalho e já com muito bife acumulado na barriguinha, camisa às riscas, sapato de vela sem meias (radical!), pullover de cor pastel sobre os ombros, a conduzir o seu descapotável com uma bimba falsa loura no banco do pendura, ar de stripper que não se aguenta, mas a achar que está girérrima e super fashion. E ele a babar, com um arzinho de superioridade masculina. Impagável.



A I., ali em baixo.


(acho que estamos corrosivas, minha amiga)

|

2009/07/01

PDI


aqui

Tenho colesterol :(

|

Ha-ha-ha-ha-ha-ha-ha-ha...

|

2009/06/30

Ano de eleições



Ó Portugal, hoje és nevoeiro...

|

2009/06/29

Almoço no Shopping


Marianne Maric

Suponho que há um tipo de gajedo de trinta e muitos, quarenta e poucos cheio de peneiras e manias, sobretudo um certo grupo de gajedo que, por força de maior habilitação académica e do desregular dos costumes de antigamente, deixou de depender de macho para o sustento do lar e da família, sendo que a maioria até caiu no logro de constituir família lá para os vinte e muitos e parir os filhos da praxe e agora que está sem gajo e os filhos já começam a estar encaminhados, quer é aproveitar o tempo que entretanto acha que desperdiçou.

Isso é facilmente demonstrado por qualquer grupo de amigas que tenha a mania de se reunir para um qualquer almoço das quintas ou jantar das sextas. Há normalmente nesse grupo de fêmeas um ar altivo e condescendente e um aspecto de banho de loja e perfumaria, mesmo que a loja seja a feira e o perfume de amostra. Reúne-se para pôr a conversa em dia, falar dos pimpolhos e dos preços, dizer mal do Sócrates, da economia e do restante gajedo que naquele dia não apareceu. E muito especialmente para falar de homens. É assim uma espécie de folhetim à moda da Margarida Rebelo Pinto, mas em tempo real, desancando nos Gustavos e nos Guilhermes e nos Rodrigos e nos Gonçalos. Às vezes também há uns Pedros ou uns Joões, mas dificilmente há uns Zés ou uns Tós e Tonis então são mesmo carta fora do baralho. E os pimpolhos, por sua vez, também têm todos nome de dinastia afonsina.

Riem sempre muito. E cochicham. E põem pose de fêmea predadora, do eu agora é que estou bem, desde que entre a horas a pensão de alimentos e não volte a subir a taxa de juro e a gasolina e que venham rapidamente os saldos nas sapatarias. Costumavam ir muito à praia e ao solário, mas agora que parece que faz mal e envelhece a pele e não há ordenado para os cremes, passaram a ir antes ao ginásio e a carregar a garrafinha de água das formas luso e quejandos, enquanto pedem a saladinha disto e daquilo e não admitem nem sob coacção que no jantar da véspera se mandaram a uma rojoada ou uma feijoada à transmontana.

O alvo do fel das conversas é quase sempre o sexo oposto, o tal que, no entretanto, aprenderam a galar descaradamente, deitando a rede a ver se vem o peixe e assumindo que boys will be boys, haja ou não paciência para os aturar, desde que os possam passear nas trombas das amigas e lhes encontrem alguma valia na cama, na carteira e na companhia. E os alvos (excepto se forem tenrinhos e com menos uma década no mínimo, mas isso não é para qualquer uma), enquanto o tempo também lhes passa por cima e lhes impõe o medo de ter a gaita em permanência a apontar para os sapatos, aturam ou fazem de conta que não sentem essa condescendência feminina e um certo desespero na caça. Vão-se deixando caçar amiúde, mas com tempo limitado. Alguns são caçados várias vezes e também caçados com a amiga. Mas muitos mais preferem antes caçar uma qualquer pitinha nova facilmente encorajada pelo BMW em 2ª mão, que dá pouco trabalho e provavelmente nem sabe quem é o Sócrates ou o preço da gasolina, ou que há lojas para além da Zara e não come só saladinha.

Seria de esperar que, ao fim de tanto ano de vida e de tanta cabeçada, o gajedo nas bordas dos quarenta já se tivesse organizado melhor; que fosse capaz, para lá de todas as lérias contadas à volta da saladinha no almoço das quintas ou no jantar das sextas, de assumir a sua inteireza de fêmea, uma espécie de consciência do seu valor absoluto e do funcionamento constante de todas as partes do mecanismo - desde que devidamente oleadas, com ou sem intervenção mecânica. E os rapazes que serão sempre rapazes, mesmo que já carecas, ou barrigudos, ou de qualquer outra forma disfuncionais, não fossem ainda o motivo de todos os esforços, declarados ou não, ou de todas as conversas com um mínimo de conteúdo. Ou sequer que a solidão não aparecesse tão estampada nas caras deste gajedo a tentar competir com as pitinhas rijinhas recém-saídas dos cueiros, apregoando uma suposta e falsa confiança por baixo dos cremes e dos blushes e do sorriso em contramão do desespero de se verem a envelhecer sem gajo e sem norte e sem vida, para além daquela vida que ainda precisam construir não para elas, mas em função dos outros.

|

2009/06/28

Parabéns, I.





Conta poupança Prozac? Pft!

|

2009/06/27

Oh Luna...



Não percebi muito bem qual era o "it" do Cedric Diggory com mais uns aninhos que postaste outro dia. Mas depois – e mesmo com as divergências que já tivemos quanto ao Mr. Darcy e porque sempre achei imensa piada aos "feios/giros" –, resolvi ir investigar. Parece que agora é vampiro. É isso que acontece aos mágicos adolescentes quando batem a caçoleta? Ok, piadinha aparte, descobri que o puto canta. O puto é puto e… bem, é isso: demasiado tenrinho e um nariz um bocado da ladecos, mais umas sobrancelhas que hão-de um dia fazer sombra às do falecido Álvaro Cunhal. Mas, sim, é engraçadinho. Agora, tenho mesmo é de admitir que não imaginava que tivesse dentro um vozeirão. E gostei da musiquinha.

|

2009/06/26

Morreu?



A CNN diz que sim...

|

2009/06/25

Pares 2

the pogues - a pair of brown eyes

Found at bee mp3 search engine


And a rovin' a rovin' a rovin' I'll go
For a pair of brown eyes

|

Pares


aqui


Porque haverá na Natureza esta necessidade de emparelhar todas as coisas e, depois, deixar em todas elas um espaço para a diferença, num mundo dizigótico por determinismo, quase imposição?

|

Blog Directory - Blogged Top de Blogues