2010-02-11

20 anos


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Foi uma bandeira da minha adolescência. Como tantas outras. Quando ainda sabia ter bandeiras.

6 comentários:

PreDatado disse...

Eu já era nascido quando Mandela foi libertado e posso dizer que senti uma enorme felicidade.

I. disse...

Ó pá, não digas isso. Claro que tens bandeiras! Não és ideologicamente eunuca, menina.

E este é um grande homem, caneco. Ainda hoje, de uma grandeza assinalável.

Paulo Abreu e Lima disse...

Quanto a mim está perfeitamente a par do Ghandi, sem favor nenhum (Aliás, o Ghandi andou 20 anos por África do Sul no princípio do século passado - foram lançadas este anos as suas cinzas por lá,na Costa de Durban -, e nem sei se conheceram). E quantos mais anos passam, maior ele fica.

Hipatia disse...

E eu que também já tinha nascido e tinha a idade suficiente para perceber (em 74 ainda mal tinha saído das fraldas para perceber a felicidade de ver as imagens dos portões a abrirem-se) rejubilei :))

Hipatia disse...

1. Podes hoje, sinceramente, achar que guardamos a inocência da adolescência e temos a mesma força no grito por Aung San Suu Kyi ou por Aminetu Haidar, como antes tivemos por Mandela? Ou que não foi a nossa geração que permitiu Guantánamo ou Abu Ghraib? Não serei ideologicamente eunuca, mas devo andar lá perto: a verdade é que não passo de espectadora, cada vez mais acomodada à vida e a deixá-la apenas passar.

Hipatia disse...

Grande, sim. E inspirador. Mas a memória é curta e nós, que um dia cantamos um "Mandela day/Mandela's free" a plenos pulmões, hoje limitamo-nos a olhar para vinte anos de história sem perceber muito bem como passaram tão depressa.