2011-06-30
Pronto!
Ai a minha vida!
aqui2011-06-28
Dias assim...
Coisas assim...
2011-06-26
Canções para a crise
Oh, it's a mystery to me
We have a greed with which we have agreed
And you think you have to want more than you need
Until you have it all you won't be free
Society, you're a crazy breed
Hope you're not lonely without me...
When you want more than you have
You think you need...
And when you think more than you want
Your thoughts begin to bleed
I think I need to find a bigger place
Because when you have more than you think
You need more space
Society, you're a crazy breed
Hope you're not lonely without me...
Society, crazy indeed
Hope you're not lonely without me...
There's those thinking, more-or-less, less is more
But if less is more, how you keeping score?
Means for every point you make, your level drops
Kinda like you're starting from the top
You can't do that...
Society, you're a crazy breed
Hope you're not lonely without me...
Society, crazy indeed
Hope you're not lonely without me...
Society, have mercy on me
Hope you're not angry if I disagree...
Society, crazy indeed
Hope you're not lonely without me...
2011-06-17
Rotina

Dusanka Badovinac - Dispair
2011-06-13
Sinta quem lê

Dizem que finjo ou minto
Tudo que escrevo. Não.
Eu simplesmente sinto
Com a imaginação.
Não uso o coração.
Tudo o que sonho ou passo,
O que me falha ou finda,
É como que um terraço
Sobre outra coisa ainda.
Essa coisa é que é linda.
Por isso escrevo em meio
Do que não está de pé,
Livre do meu enleio,
Sério do que não é.
Sentir? Sinta quem lê!
2011-06-09
2011-06-01
2011-05-31
2011-05-27
Vale tudo?
aqui2011-05-26
Pudesse eu
Ó vida de mil faces transbordantes
Para poder responder aos teus convites
Suspensos na surpresa dos instantes!
Sophia de Mello Breyner Andresen – Pudesse Eu
2011-05-25
2011-05-24
Esta não é para a crise; é para a alma
[Coat of black, coat of black]
[Weary waiting, weary waiting]
I turn out the light,
We kiss goodnight.
And weary waiting,
Weary waiting to come closer,
Closer to where we belong.
Outside, the city children brandish,
Sharp, their knives - sharpen knives,
And come closer,
Closer to where we belong.
If I'll be weak,
Then you'll be strong.
When the night is long.
Trust all the years you'll wait to find,
This man, who's loved you your whole life,
So come closer,
Closer to where we belong.
Just close your eyes,
Let those foxes fight.
The children of this city sharp their knives [come closer],
Closer to where we belong.
And if I be weak,
Won't you be strong?
When the night is long.
If I'll be weak,
Chomreedhoo, chomreedhoo*.
When the night is long.
Close your eyes,
Let the foxes fight.
Close your eyes,
Come closer to where we belong.
Where we belong,
When the night is long.
When the night is long.
[*Manx Gaelic for 'coat of black']
Obrigada, miga!
2011-05-23
Bolas!
Estou há três semanas fechada em casa a trepar pelas paredes, com o pé esquerdo e o joelho direito às costas à conta de um fdp de um paralelo solto que me fez voar e aterrar muito mal sobre os pedantes. Amanhã sei se o futuro é mais uma semana de molho ou se posso começar a bulir, que tenho a vida demasiado estacionada. E não é que foi exactamente hoje que me ofereceram bilhete para "The National" logo à noite? De graça? E nem é pelos "The National", que já vi mais do que uma vez, mas antes por estes curiosos e deliciosos "Dark Dark Dark", que adorava ver. Não, não vou. Só a ideia de tentar chegar ao Coliseu galgando Passos Manuel me deixa doente. É saber como é o Coliseu. É saber que não me aguento nas pernas o suficiente. E é, sobretudo, ficar mais um dia fechada em casa, a trepar pelas paredes, sem ver os "Dark Dark Dark" e a dizer mal da vida. E do joelho. Sim, que agora é quase só o joelho, o tal que afinal não é preciso operar mas que, mesmo assim, não aguenta comigo, nem deixa de doer e me faz prisioneira a espumar de raiva, sabendo que não consegue subir (nem descer) Passos Manuel, muito menos chegar à tribuna do Coliseu e aguentar umas horitas em posição tolhida, na véspera de ir saber o destino final ao senhor ortopedista. E estou raivosa. Muito. Muito muito muito!
2011-05-20
Filhos e enteados
Público
Da crise
aquiQuase quatro décadas de democracia e os tecnocratas da treta saíram dos cueiros e os ex-fedelhos da vida fácil puseram-se à frente deste naufrágio anunciado. As eleições agora são espectáculo; as guerrilhas políticas fedem; o debate não vai trazer nada de novo e vai ser ganho pelo melhor artista. O povinho continuará fodido e a pagar a factura como de costume. E eu, rais’ma’parta!, vou outra vez ao voto útil. Siga!
Canções para a crise
Just travelling on a bus
From a friend's house,
And all these people are looking at me.
They're gazing out windows,
In any English country gardens.
But as gazes meet,
Vacancy shows on screen.
But I feel inside
The latent hysteria:
"Why is she looking at me?"
And as I drift from one to one I can see
They're all like me.
They've all got frightened eyes
Saying what they're thinking,
What they are doing tonight.
They've all got frightened eyes,
Saying, "Leave me alone,
I'm perfectly safe here inside.
Please don't surprise me."
Expressionless.
Everyone here loves cheap wine--
We all know good taste,
We just get too busy trying to find
The right games to play.
Impatient, aren't we all?
Watching the time trip by.
And all these people are looking at me.
They're gazing out windows.
They're burning up in there.
And as I drift from one to one I can see
They're all like me.
They've all got frightened eyes
Saying what they're thinking,
What they are doing tonight.
They've all got frightened eyes,
Saying, "Leave me alone,
I'm perfectly safe here inside.
Please don't surprise me.
2011-05-19
Canções para a crise
E como tudo o que é coisa que promete
A gente vê como uma chiclete
Que se prova, mastiga e deita fora, sem demora
Como esta música é produto acabado
Da sociedade de consumo imediato
Como tudo o que se promete nesta vida, chiclete
Chiclete, aua aua aua aua aua ah!
aua aua aua aua aua ah! (chiclete)
E nesta altura e com muita inquietação
Faço um reparo e quero abrir uma excepção
Um casse-tete nunca será não, chiclete
Pra que tudo continue sem parar
Fundamental levar a vida a dançar
Nesta vida que tanto promete, chiclete
Chiclete, aua aua aua aua aua ah!
aua aua aua aua aua ah! (chiclete)
E como tudo o que é coisa que promete
A gente vê como uma chiclete
Que se prova, mastiga e deita fora, sem demora
Como esta música é produto acabado
Da sociedade de consumo imediato
Como tudo o que se promete nesta vida, chiclete
Chiclete, aua aua aua aua aua ah!
aua aua aua aua aua ah! (chiclete)
Chiclete
chiclete (x4)
Chiclete (prova)
Chiclete (mastiga)
Chiclete (deita fora)
Chiclete (sem demora) (x...)
(...chi-chi-chi, chi-chi-chi, chiclete)

