2010-03-13

Asas




(ou uma pequena ajuda, para o caso de virem por cá cobrar-me um beijo)

10 comentários:

Paulo Abreu e Lima disse...

Os beijos dão-se, nunca se cobram.

***

Hipatia disse...

Alguns cobram-se: os que ficaram apenas prometidos :)*

Paulo Abreu e Lima disse...

Lá está: nunca se promete beijos! Nunca, nunca, nunca...

Hipatia disse...

Ora! Claro que se prometem: aos amigos, na esperança de matar saudades; aos amantes, na esperança de criar a necessária expectativa.

Bartolomeu disse...

Do you have An'Angel Gabriel???
Uhauuuu!!!
Enjoy him, girl!!!!!!
;))))

Hipatia disse...

Todos temos um anjo da guarda. Não é o que dizem? :D

Paulo Abreu e Lima disse...

Continuo na minha: não se cobram nem nunca se prometem beijos. Os beijos dão-se (fisicamente, telefonicamente, virtualmente, ortograficamente, simbolicamente)!

Hipatia disse...

Paulo, se nunca ficaste preso à promessa de um beijo, então tenho pena. Há coisas que, muitas vezes, são profundamente prazerosas só pelo potencial da premissa :P

Paulo Abreu e Lima disse...

Tipo: o beijo que te darei? (Olha, o som de um sms - se calhar, um beijo)

Há uma ligeira diferença entre o "dar-te-ei beijos) e o "sei que te vou dar beijos"... O potêncial? É desabridamente maior nesta última afirmação. :P

Hipatia disse...

Continua a ser uma promessa, seja qual for a declinação que lhe queiras dar. E o que a imaginação pode construir com uma simples promessa é a matéria de que se fazem, por exemplo, os sonhos mais cor-de-rosa :P