*já me conhecem: obviamente que há sítios para onde nem amarrada me apanham a pôr link.
2013-05-19
Viral
*já me conhecem: obviamente que há sítios para onde nem amarrada me apanham a pôr link.
Pecados
Versões II
Versões
2013-05-18
2013-05-17
Nevão em Maio
2013-05-15
2013-05-13
Peregrinação
fonte2013-05-12
Por um fio? será?
Futebolices
2013-05-11
Até ao lavar dos cestos
2013-05-10
Blogger à beira de um ataque de nervos
Por mais prático que seja um tablet, estou mortinha que o meu portatilzinho chegue do senhor doutor.
2013-05-09
“Oportonity City”
2013-05-08
2013-05-07
2013-05-06
Ufa!
fonte
Ao fim de anos a resistir, finalmente fui obrigada - e logo pelo fim previsto do Google Reader - a actualizar o template do blogue. Lá se foi o velhinho azul e a imagem do universo. Deve ter ido muito mais, mas ainda não descobri. Mas ganhei a possibilidade de ter ali ao lado uma lista rápida dos blogues que mais gosto de ler, sempre actualizada. A ver como nos damos, esta nova casa em tons cinzentos - mas insisto nas letras azul cueca! - e eu, que tão vadia tenho andado destes poisos.
2013-05-05
Dia da Mãe
fonte2013-04-30
Os dias depois
Viriato Soromenho-Marques
2013-04-25
Num campo qualquer
fonte2013-04-12
Mais cego é quem não quer ver
2013-04-06
2013-04-05
hmmm...
2013-04-02
2013-03-31
2013-03-30
Sábado do Aleluia
Past our pain and our losses
When we climb the hill of crosses
March through death to where love is
When you climb the hill of crosses
2013-03-29
Pâscoa
Francisco
2013-03-28
hmm...
2013-03-24
Aniversário
fonte2013-03-23
Acho que já vi este filme
2013-03-19
olha!
2013-03-08
2013-03-03
2013-02-28
Blogocoisa
2013-02-26
Vício
2013-02-23
2013-02-19
2013-02-16
Carta aos amigos mortos
fonteEis que morrestes - agora já não bate
O vosso coração cujo bater
Dava ritmo e esperança ao meu viver
Agora estais perdidos para mim
- O olhar não atravessa esta distância -
Nem irei procurar-vos pois não sou
Orpheu tendo escolhido para mim
Estar presente aqui onde estou viva.
Eu vos desejo a paz nesse caminho
Fora do mundo que respiro e vejo.
Porém aqui eu escolhi viver
Nada me resta senão olhar de frente
Neste país de dor e incerteza.
Aqui eu escolhi permanecer
Onde a visão é dura e mais difícil
Aqui me resta apenas fazer frente
Ao rosto sujo de ódio e de injustiça
A lucidez me serve para ver
A cidade a cair muro por muro
E as faces a morrerem uma a uma
E a morte que me corta ela me ensina
Que o sinal do homem não é uma coluna.
E eu vos peço por este amor cortado
Que vos lembreis de mim lá onde o amor
Já não pode morrer nem ser quebrado.
Que o vosso coração que já não bate
O tempo denso de sangue e de saudade
Mas vive a perfeição da claridade
Se compadeça de mim e de meu pranto
Se compadeça de mim e do meu canto.
Sophia de Mello Breyner Andersen
2013-02-14
2013-02-12
Cair do pano
2013-02-08
E as crianças, Senhor?
2013-02-04
2013-02-02
2013-02-01
meus dias quebrados na cintura
Os navios existem, e existe o teu rosto
encostado ao rosto dos navios.
Sem nenhum destino flutuam nas cidades,
partem no vento, regressam nos rios.
Na areia branca, onde o tempo começa,
uma criança passa de costas para o mar.
Anoitece. Não há dúvida, anoitece.
É preciso partir, é preciso ficar.
Os hospitais cobrem-se de cinza.
Ondas de sombra quebram nas esquinas.
Amo-te... E entram pela janela
as primeiras luzes das colinas.
As palavras que te envio são interditas
até, meu amor, pelo halo das searas;
se alguma regressasse, nem já reconhecia
o teu nome nas suas curvas claras.
Dói-me esta água, este ar que se respira,
dói-me esta solidão de pedra escura,
estas mãos nocturnas onde aperto
os meus dias quebrados na cintura.
E a noite cresce apaixonadamente.
Nas suas margens nuas, desoladas,
cada homem tem apenas para dar
um horizonte de cidades bombardeadas.
Eugénio de Andrade - Palavras Interditas, in Poesia e Prosa
2013-01-25
2013-01-21
É tentar...
You came to me with open arms
To take away my fears
I took you in and you stayed a while
You lived with me right here
You told me to believe in something
Something that's true
Like the mountains and the deep blue ocean
So much bigger that you
You said: Just try
Come on, just try
Just try
Just try
Just try
I offered you a place to stay
Somewhere to rest your head
The Lord knows I need you here
There were something you said
You'll have to believe in something
Something bigger than you
Like the great white open spaces
There's religions too
She said: Just try
Come on, just try
Just try
Just try
Just try
You gave me more than I deserved
You gave me peace
You gave anything i loved in this world
And now I have to sleep
Just let me sleep...
Just try
Just try
I have to sleep
Just try
Just try
2013-01-15
Haiti
No passado dia 12 completou-se mais um ano desde que um terremoto destruiu o Haiti. Esta é uma das formas possíveis de o recordar.
2013-01-13
Chega!
António Arnaut à Lusa, 09-01-2013
2013-01-11
2013-01-02
2012-12-31
2012-12-29
Parabéns, miga!
"Our flag still waves in the dusk
Who do you trust?"
2012-12-23
2012-12-21
O fim do mundo
2012-12-18
2012-12-16
Feios, Porcos e Maus
According to the Brady Campaign, which advocates gun control, around 100,000 Americans are wounded or killed by guns each year. One of its studies showed US murder rates are almost seven times higher than rates in 22 other populous high-income countries who have similar rates of lower level crime. The same study showed that America's firearms homicide rate is almost 20 times higher.
Yet despite the violence the US Congress has not enacted any major firearms regulations other than a law aimed at improving state reporting for federal background checks. Indeed, regulations have actually loosened over the last decade as a 1994 assault-weapon ban expired in 2004. Most of the current debate in American policy circles has actually been around the issue of expanding citizens' rights to carry firearms openly in public.»
Paul Harris
2012-12-12
Rascunho
2012-12-09
2012-12-05
coisas que não ouvia há muito tempo...
Cuando tú apareciste,
penaba yo en la entraña más profunda
de una cueva sin aire y sin salida.
Braceaba en lo oscuro, agonizando,
oyendo un estertor que aleteaba
como el latir de un ave imperceptible.
Sobre mí derramaste tus cabellos
y ascendí al sol y vi que eran la aurora
cubriendo un alto mar de primavera.
Fue como si llegara al más hermoso
puerto del mediodía. Se anegaban
en ti los más lucidos paisajes:
claros, agudos montes coronados
de nieve rosa, fuentes escondidas
en el rizado umbroso de los bosques.
Yo aprendí a descansar sobre tus hombros
y a descender por ríos y laderas,
a entrelazarme en las tendidas ramas
y a hacer del sueño mi más dulce muerte.
Arcos me abriste y mis floridos años,
recién subidos a la luz, yacieron
bajo el amor de tu apretada sombra,
sacando el corazón al viento libre
y ajustándolo al verde son del tuyo
Ya iba a dormir, ya a despertar sabiendo
que no penaba en una cueva oscura,
braceando sin aire y sin salida.
Porque habías al fin aparecido.















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