2023-11-17
2023-10-07
Valores
2023-10-01
Dia Mudial da Música
2023-09-25
2023-09-23
(...)
2023-09-19
Apre!
2023-09-17
Parece que afinal a estátua fica, mas...
2023-08-24
Fest(inha)
2023-08-10
2023-08-03
Agnóstica
2023-06-15
2023-03-06
Mais um luto...
2023-02-04
Poluição sonora
2023-01-01
Bento XVI
2022-12-09
Ah! Ainda estamos aqui!
2022-09-22
De leste
"Somos a geração dos jovens iracundos,
a emergir como cactos de fúria
para mudar a face do tempo.
Antes de ferirmos a carne circundante,
comemos o pão amassado pelas botas
de muitos regimentos
e cozido ao fogo dos fornos crematórios.
Foram precisas inúmeras guerras,
para que trouxéssemos nos olhos
este anseio de feras acuadas.
Mordidos de obuses,
rasgados pelas cercas de arame farpado,
já não temos por escudo
a mentira e o medo.
Sem que os senhores do mundo suspeitassem,
cavamos galerias sob os escombros
e nos irmanamos nas catacumbas do ser.
Nossas mãos se uniram como pétalas
ao cerne da mesma angústia
e uma rosa de asfalto se ergueu
por sobre o horizonte.
E porque há entre nós
um mudo entendimento;
e porque nossos corações
transbordam como taças
nos festins da imaginação;
e porque nossa vontade de gritar é tamanha
que se nos amordaçassem a boca
nosso crânio se fenderia,
não nos deterão!
Ainda que nos ameacem com suas armas sutis,
nós os enfrentaremos,
num derradeiro esplendor.
Em breve, a nota mais aguda
quebrará o instante.
Bateremos com violência contra as portas,
até que a cidade desperte;
e com o riso mais puro,
anunciaremos o advento do Homem.
Porque nossas mãos se uniram como pétalas
ao cerne da mesma angústia,
para que uma rosa de asfalto se erguesse
por sobre o horizonte."
“A ROSA DE ASFALTO”
de Eduardo Alves da Costa
2022-09-03
Remendos
2022-08-24
2022-02-25
2022-02-23
2021-09-23
Glossário
2021-09-18
Brexit
2021-08-25
Esta voz
2021-08-24
Voz em Fuga
2021-08-19
(des)humanizar
2021-08-16
Os mortos anunciados
2021-07-25
2021-07-01
Dia
2021-06-12
Dos dias...
2021-05-19
Apre!
2021-05-05
2021-04-24
Véspera
2021-04-10
Sapos para engolir
2021-04-09
Caso Sócrates
2021-04-04
Quem
no terceiro dia
de cada sílaba
nem se há palavra para voltar
do grande rio do
esquecimento.
Não sei se no terceiro dia
alguém me espera. Ou se
ninguém.
Em cada poema levanto a pedra
em cada poema pergunto quem.
2021-02-02
Tempos de pandemia
2020-11-12
US Election: A CNN pundit's emotional reaction to Joe Biden's presidenti...
2020-11-07
2020-10-14
(...)
Os gajos são uma espécie estranha! Quanto mais velhos e podres, mais potente o carro que compram. E é vê-los nos Lexus, Jaguares e Porshes... a trinta à hora. Como se, num óbvio reflexo de potências pretendidas, não sobrasse mais do que um mal empregado equipamento.
2020-08-17
2020-08-14
Kamala Harris
«And I could cry power
Power has been cried by those stronger than me
Straight into the face that tells you to rattle your chains
If you love bein' free»
2020-08-06
2020-05-20
(des)Ventura
2020-05-14
2020-04-20
Palavras
“Words are things. You must be careful, careful about calling people out of their names, using racial pejoratives and sexual pejoratives and all that ignorance. Don’t do that. Some day we’ll be able to measure the power of words. I think they are things. They get on the walls. They get in your wallpaper. They get in your rugs, in your upholstery, and your clothes, and finally in to you.”
― Maya Angelou
2020-04-16
RIP Luís Sepúlveda
2020-04-07
Vai ficar tudo bem?
2020-03-27
2020-03-08
2020-02-29
Branco
2020-02-23
2020-02-19
(...)
2019-12-19
2019-11-12
2019-09-25
2019-09-24
A flor e a náusea
a emergir como cactos de fúria
para mudar a face do tempo.
comemos o pão amassado pelas botas
de muitos regimentos
e cozido ao fogo dos fornos crematórios.
para que trouxéssemos nos olhos
este anseio de feras acuadas.
Mordidos de obuses,
rasgados pelas cercas de arame farpado,
já não temos por escudo
a mentira e o medo.
Sem que os senhores do mundo suspeitassem,
cavamos galerias sob os escombros
e nos irmanamos nas catacumbas do ser.
Nossas mãos se uniram como pétalas
ao cerne da mesma angústia
e uma rosa de asfalto se ergueu
por sobre o horizonte.
um mudo entendimento;
e porque nossos corações
transbordam como taças
nos festins da imaginação;
e porque nossa vontade de gritar é tamanha
que se nos amordaçassem a boca
nosso crânio se fenderia,
não nos deterão!
Ainda que nos ameacem com suas armas sutis,
nós os enfrentaremos,
num derradeiro esplendor.
quebrará o instante.
Bateremos com violência contra as portas,
até que a cidade desperte;
e com o riso mais puro,
anunciaremos o advento do Homem.
Porque nossas mãos se uniram como pétalas
ao cerne da mesma angústia,
para que uma rosa de asfalto se erguesse
por sobre o horizonte."
de Eduardo Alves da Costa
2019-09-08
Apre!
2019-09-03
Remendos
2019-08-30
Dos telhados de vidro
2019-08-27
2019-08-21
Histerismo nacional
2019-08-14
Branco sujo
2019-08-03
2019-07-12
Indiferença
2019-06-22
Dever de Auxilio
Morto per la libertà"






















































