2012-02-26
2012-02-24
sms
Coisas antigas
2012-02-23
Qualquer dia
No Inverno bato o queixo
Sem mantas na manhã fria
No Inverno bato o queixo
Qualquer dia
Qualquer dia
No Inverno aperto o cinto
Enquanto o vento assobia ...
No Inverno vou por lume
Lenha verde não ardia ...
No Inverno penso muito
Oh que coisas eu já via ...
No Inverno ganhei ódio
E juro que o não queria ...
2012-02-22
Hugo
Uma pessoa vai ver o "Hugo" e passa meio filme a tentar identificar o Borat disfarçado de Captain Crabtree do "Allo Allo" e outra meia a tentar perceber porque é que a Dança Macabra está tão presente na banda sonora. É que os óculos do 3D chateiam e só achei que o dinheiro a mais se justificava numa cena. Tirando isso, o filme teria sido fantástico na "simplicidade" do 2D. E ainda era uma grande história, um belo filme e uma boa homenagem ao cinema (mas não ganha ao "Cinema Paraíso"!). Será que a mania do 3D não passa?
2012-02-19
Grafismos
2012-02-08
"Por Toutatis!"
2012-02-01
2012-01-25
Mal dá para as despesas!
2012-01-17
2012-01-16
se não for da doença....
2012-01-11
A indiferença enferruja-nos
2012-01-08
2012-01-02
Passagem do ano
Eu do branco da paz quero lá saber, do azul da sorte espero que se resuma à sorte que fazemos (assim como assim, passei a jogar um euro no milhões "em sociedade" com outros crentes que por acaso trabalham comigo) e o vermelho da paixão dispenso que, por agora, foder ainda é de graça. Vai daí, resolvi dar uma ajudinha ao meu ano novo e vestir uma cuequinha amarela. Afinal, é de dinheiros que andamos todos menos fartos. Agora, alguém imagina a trabalheira que me deu arranjar a dita cueca? Era com cada trambolho laçaroco ou rendinha coçada que nem dava para acreditar! Mas arranjei. Oh se não arranjei! Afinal, a barriga manda a perna e em tempos de crise cada um pede o que mais precisa.
2011-12-31
2011-12-24
2011-12-19
Rais'parta!
Sabem aqueles pneusinhos que me custaram os olhos da cara há um par de semanas? Hoje furei um :(
2011-12-14
O Pai Natal esqueceu-se da bateria...
2011-12-13
Meus queridos
Há na minha memória beijos embrulhados em abraços, que são os mais vivos que encontro nos meus arquivos de carinho. Beijos especiais que, assim enovelados no amplexo de braços queridos, plantaram sempre aconchego e calor de ninho. Foram sempre beijos de "chegada a casa". Beijos completos pela proximidade de corpos prontos para se darem por inteiro. Beijos que ainda sinto, com a saudade com que recordamos a completude. E é em alturas como estas do ano, com o frio a fazer-me eremita no calor da casa e por entre as luzes, os cheiros e os sons que nos anunciam o Natal, que mais saudades tenho de alguns abraços, alguns beijos, algumas distantes e perdidas "chegadas a casa". Vou então aos arquivos da memória, sabendo-os lá, porque meus, porque nunca esquecidos; e fico mais quente assim, eu aqui, a olhar a chuva, a enroscar-me no meu ninho com os meus fantasmas por companhia.
2011-12-08
2011-12-07
If you haven't got a penny
Christmas is coming,
The geese are getting fat,
Please put a penny
In the old man's hat.
If you haven't got a penny,
A ha'penny will do,
If you haven't got a ha'penny,
Then God bless you.
2011-12-05
Carta ao Pai Natal
2011-11-25
2011-11-24
2011-11-22
Outro Emmy para uma novela portuguesa
2011-11-19
2011-11-17
2011-11-16
2011-11-15
Calimera
2011-11-09
2011-11-08
Em casa onde não há pão...
Jean Monnet
2011-11-07
2011-11-03
Zé Povinha
2011-11-02
2011-10-31
"Okupa" qualquer coisa
2011-10-30
Social-Democracia
aquiTrês décadas depois, estando o homem há muito convertido em mito, não deixa ainda assim de ser evidente o longe que estamos dos tempos e dos valores fundadores. Ninguém sabe o que se teria passado se tivesse tido mais do que os magros 11 meses em que esteve à frente do Governo; ou sequer o que teria acontecido após a derrota do seu candidato à Presidência da República. Mas isso pouco importa quando se trata de mitos e pais fundadores. Só seria de esperar hoje que tantos que se reclamam seus herdeiros dignificassem a figura com atitudes menos patéticas e projectos menos vazios e decisões virulentamente anti-sociais. Sá Carneiro terá sido muita coisa. Mas nunca foi pateta. Nem vazio. Muito menos um liberal sem memória de onde, por entre ideias vagas e retóricas, se fundamentou sempre a social-democracia.
2011-10-26
2011-10-25
Ah!
Blown away, blown away and waiting
Blown away and waiting on a fair wind
Sweeping through my window
Will you move me like you did once more?
Blown away, I'm blown away
Feeling everything, with you
Blown away, blown away and waiting
Blown away and waiting on...
I'm blown away, yet you're always with me still
You can say what you will now, but it's wrong
Is the love I give just a trinket to you?
Kept with all your playthings, and dreams that were new
Somewhere in a dream life that never comes true
If we can't dream it up again then what do we do?
2011-10-19
hmm...
2011-10-11
Coisas que não percebo
by Charles Chan
Mas é que não percebo mesmo! Não bastava arranjarem um mecanismo tipo o que se aplica às garantias - deixa de correr o tempo enquanto está em reparação o objecto garantido - e aplicá-lo às prescrições? Assim, cada vez que um advogado manhoso tentasse fazer dos recursos supérfluos os melhores amigos da defesa, o tempo para a prescrição estava parado até ao fim do ou dos ditos recursos. No fim do passo de lesma que é a justiça portuguesa, continuávamos a ter uma condenação ou uma absolvição, em lugar de crimes prescritos de que já ninguém pode ser culpado. Era, não era? E ficávamos todos contentes - menos os mafiosos e os caloteiros e alguns advogados habituados a engonhar - garantindo-se uma justiça com direito a recursos, mas sem os filmes do costume.
2011-10-10
2011-10-07
Ah e tal, a República, bla, bla, bla...
2011-10-06
Steve Jobs
2011-10-02
Grande Peter Murphy!
2011-09-30
Le bouc émissaire
2011-09-29
O pessoal até acredita e tudo!
2011-09-23
Pegada
Uma por uma as coisas que adorei
Talvez que a minha vida regressasse
Vencida pelo amor com que a lembrei.
Sophia de Mello Breyner
Se uma vida for passada num total isolamento, se não houver quem lhe tenha visto os pormenores, os bons e os maus, se nada sobrar na memória dos outros, então essa vida foi esgotada, apagada e nada sobra depois.
Into the mercy seat I climb
2011-09-22
Até sempre, Mestre
2011-09-21
Waltz # 2 - XO
I'm here today, expect it to stay on, and on, and on
I'm tired, I'm tired
Looking out on the substitute scene
Still going strong
XO Mom
It's OK, it's alright, nothing's wrong
Tell Mr. Man with impossible plans
To just leave me alone
In the place where I make no mistakes
In the place where I have what it takes
2011-09-19
2011-09-18
Mais do mesmo
2011-09-15
Quebranto

2011-09-13
E a dar um passo em frente, não?
2011-09-09
2011-09-08
2011-09-01
BSO
2011-08-31
2011-08-26
2011-08-24
2011-08-22
Derrocada
aqui
2011-08-21
Os bigodes estão tão demodé!
Paulo Rodrigues, ASPP/PSP
Mário Nogueira, FENPROF
2011-08-17
Crise
aqui
Quando estava a escrever a minha tese, pensei que seria a sustentabilidade a dar um impulso em direcção ao futuro, que a ideia de um bem global e comum talvez desmantelasse pouco a pouco os velhos conflitos e as velhas lógicas do lucro, deitando fora os velhos conceitos operativo-ideológicos e começando tudo de novo. Olhando hoje para trás, não sei se ainda acredito. Sei que as ideologias estão velhas e gastas. Que o capitalismo sem açaimos teima em provar Marx correcto, engalanando as suas deficiências e os genes da sua auto-destruição. Mas também sei que ninguém parece saber como ou sequer querer livrar-se das velhas formas de fazer. E a crise vai longa e dura, prometendo piorar; e as mudanças são assustadoramente lentas, deixando que, nos intervalos dessa lentidão, todas as catástrofes sejam possíveis por entre os estertores do velho sistema, gasto e falido. Já só parece sobrar sobreviver e esperar que do caos de hoje saiam as ideias novas para reconstruir um mundo que se prove mais sustentável, mas também mais solidário e, se possível, sem as derrapagens ideológicas para os velhos "ismos" do costume (nacionalismo, fundamentalismo, racismo...) e as suas prováveis e mais do que evidentes consequências nefastas. É que tem sido nos períodos de crise mais exacerbada que têm surgido os piores "gaiteiros de Hamelin".
2011-08-16
2011-08-13
2011-08-12
Este ano o Inverno ainda vai ser mais frio
Fonte
2011-08-09
2011-08-08
Tantos que não chegaram a Lampedusa
J'assume les raisons qui nous poussent de changer tout,
2011-08-06
Hiroshima
2011-07-16
2011-07-13
2011-07-12
2011-07-10
2011-07-08
Está mal!
The phone-hacking scandal
2011-07-07
2011-07-06
2011-07-05
Nobre nome para fraco político
2011-07-04
2011-07-01
E agora para algo que não interessa a ninguém
2011-06-30
Pronto!
Ai a minha vida!
aqui2011-06-28
Dias assim...
Coisas assim...
2011-06-26
Canções para a crise
Oh, it's a mystery to me
We have a greed with which we have agreed
And you think you have to want more than you need
Until you have it all you won't be free
Society, you're a crazy breed
Hope you're not lonely without me...
When you want more than you have
You think you need...
And when you think more than you want
Your thoughts begin to bleed
I think I need to find a bigger place
Because when you have more than you think
You need more space
Society, you're a crazy breed
Hope you're not lonely without me...
Society, crazy indeed
Hope you're not lonely without me...
There's those thinking, more-or-less, less is more
But if less is more, how you keeping score?
Means for every point you make, your level drops
Kinda like you're starting from the top
You can't do that...
Society, you're a crazy breed
Hope you're not lonely without me...
Society, crazy indeed
Hope you're not lonely without me...
Society, have mercy on me
Hope you're not angry if I disagree...
Society, crazy indeed
Hope you're not lonely without me...
2011-06-17
Rotina

Dusanka Badovinac - Dispair
2011-06-13
Sinta quem lê

Dizem que finjo ou minto
Tudo que escrevo. Não.
Eu simplesmente sinto
Com a imaginação.
Não uso o coração.
Tudo o que sonho ou passo,
O que me falha ou finda,
É como que um terraço
Sobre outra coisa ainda.
Essa coisa é que é linda.
Por isso escrevo em meio
Do que não está de pé,
Livre do meu enleio,
Sério do que não é.
Sentir? Sinta quem lê!






































